quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

MI CASA!

Eu tô voltando pra casa... com as mãos vazias, e com os pés cheios de bolha. Andei tão distante que me perdi.  Mas sempre soube que a jornada não era em vão, e que pra cá eu voltaria. Encontro flores no vaso, e amor no reencontro. Eu tô voltando pra casa, e ela nem me reconhece mais. As paredes duvidam que eu seja. As janelas se abrem pra quem sabe a luz, deixar nítida a imagem. Cada fresta suspira de alívio. Eu tô voltando pra casa... 

Casinha de lata comprada na feira de antiques de NY. São essas coisas que fazem valer a pena a procura. As coisas únicas, as que me fazem mais eu.

RAINHA


JOIE DE VIVRE

E todos os instantes somados, mesmo que resultando numa equação exata, não deixaram se quer uma pista dos "turning points" da vida. Porque jamais saberemos o dia exato. O fato é que existem momentos em que as coisas simplesmente se transformam em outras, e muito pouco podemos fazer pra mudar este fato, depois que ele se torna de fato, um fato. E o que estava ali como certo, modifica-se. E o que cabia ali perfeitamente, não ajusta-se. E o que sentia-se naturalmente, se esvai. E dessa transformação involuntária, nos restam as cicatrizes. Ao longo da vida, em poucos momentos podemos perceber os últimos instantes dos ciclos. E se pudéssemos detectar mais claramente esses dias, o que faríamos diferente? As vezes tenho a impressão de que não percebemos estes momentos por uma sabedoria da natureza e não por uma falha.  Não sabemos que aquela vai ser a última risada com aquele amigo. Não sabemos que aquela será a última foto. Não sabemos que dali em diante ficarão somente as lembranças. E funciona como um mecanismo de defesa, não sabermos desse detalhe. O detalhe que fará toda a diferença dali em diante, passa batido. E talvez por isso, ao relembrarmos estes  momentos, fica uma sensação confortante de ignorância do que estaria por vir. E as vezes, em momentos como esse, a ignorância seja o mais sábio dos conselhos. E dizer: " Eu não sabia que seria assim..." funcionará como um balsamo. O desgaste é opcional, mas o aprendizado não. E sigo daqui, tentando saber quem é a pessoa que reflete o que vivi até aqui... E aí que no meio do lago eu percebo, que aquela a minha frente... sou eu!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

NINGUÉM MAIS TEM...

... gente tão querida por perto! E aí que o trio Los Queridos Rafa, Rê e Fê foram no Estudio uma tarde dessas, e desse encontro surgiram mil e uma possibilidades. Tá tudo sempre aqui pra vocês seus LINDOS. E o povo além de lindo por fora, me faz um post, vê se eu tô me aguentando?

http://ninguemmaistem.tumblr.com/


O QUEBRA NOZES







E aí que uma ideia vai puxando outra e quando você vai ver, dá de cara com algo assim! E o que era pra ser uma vitrine inspirada no layout de um desfile de luxo, vira a entrada de um palácio, cercado de soldadinhos de chumbo. Inspirado em um dos balés mais tradicionais e lindos de todos os tempo, O QUEBRA NOZES! Vitrine La Foret INV 2012. Um encanto...

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

BEM ME QUER...


... e a arte de desenhar margaridas!

ENTRE LINHAS!

PALAVRAS + PAPEL = AMOR ETERNO! E se adicionar imagens, aí tem todo meu respeito forever. TOP 10 LIVROS INFANTIS que daria um dedo pra ter ilustrado. Porque desenho bom, é desenho impresso a cores, com letras complementando embaixo.
PETIT TRAÇA SYMDROME ... mode on!




           

































E isso é só um gostinho! Dá um livro pra uma criança e lhe dê um universo de possibilidades. Estórias de ontem e hoje e pra sempre na CRIATURA.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

I AM ONLY HAPPY WHEN IT RAINS

Vai chover... e sairei dançando! Sentindo a agua batendo, e meu coração desmanchando. Vai chover, e sairei cantando! Uma musica que fala da sorte, e do prazer das coisas mais simples. Vai chover... e ficarei feliz! Porque se há algo que importa, esse algo é o agora. Vai chover...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

BAMBI

Eu posso suportar tamanha belezinha??? Estampa de BAMBIS pra ANTIX, e pra me matar de amor.

COOL GRAY

Uma leve dormência nas pontas dos dedos, que formigam ao encostar na xícara quente de chá. Um tom de rosa pálido, translucido e suave. Aquele aconchego do gato afofando antes de deitar no seu colo, roncando feliz. Uma luz ao fundo, tingindo a parede de ocre. A voz suave que canta um murmúrio. O cheiro de bolo com canela no ar. O vapor que embaça o vidro e distorce a paisagem que se arrasta lá fora. Aqui fora vou derretendo mas aqui dentro formam-se os desenhos dos flocos de neve. Me levo pra onde faz frio. O frio suficiente pra aquecer meus pensamentos.