terça-feira, 24 de abril de 2012

AMOR...

... é alguma coisa verde água. Com veados e raposa observando o sentimento. Algo tênue como uma linha fina num papel qualquer, mas valioso como um diamante. Reluz em certas parte, e please, please, please, let me get what I want. Uma tarde, com uma idéia na cabeça e tecnologia. Vou colocar lá em casa!
Desenho+scanner+papeis coloridos+tesoura+cola+canetinhas+e o tempo contra você.






domingo, 22 de abril de 2012

THIS BOOKS BELONGS TO CIÇA









É isso que justifica o peso arrastado por aí. Porque é a velha historia, vc gosta de um livro no meio do caminho, e carrega-o o dia todo, como quem carrega um tesouro. Os que mais me encantam são os descobertos em prateleiras cheias de pó e mofo, nos sebos escondidos nas pacatas ruas das cidades. Aqueles que você descobre escondido, que parecem "pular" nas suas mãos, querendo se mostrar. Nessa hora sente-se um encontro de almas, como se os livros estivessem ali me esperando. As páginas amarelas, meio mofadas, algumas caindo. Nada impede o amor a primeira vista, o contentamento de te-los entre as mãos. O exclamar interno " olha isso!". Desenhos feitos num tempo sem bytes, só no talento da mão. Escritos tão distantes e tão atuais. Conselhos ingênuos pra crianças educadas a dizerem, por favor, com licença e obrigada. Livros que transportaram pessoas a outras realidades, tempos e lugares. Livros que me trazem de volta a mim mesma. Alegria encadernada. Tudo meu! Livros trazidos de NYC pra morar aqui, no meu coração.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

TIME GOES BY...

A mim  me interessa a passagem do tempo. O inexorável e implacável tempo. Aquele que lapida com suas lâminas mordazes, as faces, as almas, as existências. A mim me interessa o resultado. A somatória de experiências, os lugares por onde andou, as pessoas que conviveu, os livros que leu. A mim me interessa o infindável do acumulo de dias somados. As histórias por trás dos vincos, o que a vida entrega docemente em troca do viço que se perde. A mim me encanta o curtido. O que envelheceu, o que enrugou, o que carrega as marcas do tempo. Tenho essas senhoras como musas. Pelo frescor de seus 90 anos. Pela lucidez de suas idéias e pela garantia que nos dão, de que envelhecer pode ser divertido, além de inevitável. Não me interessam aqueles que lutam, numa batalha inglória, contra o óbvio passar de uma vida. Quero é saber de gente, que aproveita ao máximo a beleza de estar vivo, ontem... hoje... e deixando um legado... pra sempre!
Ilona Royce e Iris Apfel. Lindas, vivas, modernas, pulsantes, coloridas, valentes, interessantíssimas... adjetivos que compensam o tão inutil desejo de juventude eterna.